Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)

17 janeiro, 2017

Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)



 De acordo com a APA, o primeiro critério diagnóstico do transtorno de ansiedade generalizada é:
Ansiedade e preocupação (expectativa apreensiva) excessivas, que estão presentes por mais dias que ausentes, durante pelo menos seis meses, incidindo sobre uma série de acontecimentos ou atividades
(como o desempenho no trabalho ou nos estudos). (APA, 1994, p.435, apud Caballo, 2003, p. 212).

Neste caso, é importante salientar, conforme bem destaca Caballo (2003, p. 212), que a preocupação tem que ser "de difícil controle e deve produzir uma deterioração ou mal-estar significativos em áreas importantes do funcionamento (p. ex., social, do trabalho etc.). Este autor chama a atenção para o Transtorno de Ansiedade Generalizada como um diagnóstico clínico adicional muito frequente nos casos de ansiedade, visto em diversas pesquisas e na sua prática clínica.
Os pacientes com Transtorno de Ansiedade Generalizada normalmente preocupam-se desproporcionadamente com o futuro e cometem vários erros do pensamento, como a catastrofização, por exemplo, por ter dificuldade de raciocinar com base na realidade. Suas interpretações dos eventos tomam grandes proporções, exagerando os efeitos, enfatizando os aspectos negativos e ignorando os positivos. Por essa razão, são pessoas que têm dificuldades para tomar decisões, para solucionar problemas, para mudanças etc.

As intervenções cognitivo-comportamentais mais empregadas no quadro ora descrito são: a psico educação, a identificação dos pensamentos automáticos e das emoções, a identificação das crenças centrais e intermediárias, a reestruturação cognitiva, a resolução de problemas e a avaliação do processo.

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